Curiosidades: quem foram as personagens de Driftres na vida real

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Olá caro leitor, hoje venho trazer uma curiosidade que me chamou a atenção, quando eu vi Drifteres pela primeira vez. Além da história ser boa na minha opinião, as personagens desse anime são pessoas da vida real que obtiveram grande destaque em algum assunto tanto militar quando político, ou tiveram algum passado obscuro.

Shimazu Toyohisa:

Era um samurai japonês, um membro do clã de Shimazu. Serviu na batalha de Kyushu (1587) sob o comando de seu tio Shimazu Yoshihiro, de encontro ao Toyotomi. Ele lutou bravamente, mas foi emboscado fora da rota. Ele foi salvo por seu tio. Dizem também que ele foi um participante na Batalha de Sekigahara (1600), onde ele foi morto defendendo tropas inimigas durante seu retiro no final da batalha. Sua esposa era a filha de Shimazu Tadanaga e ele primo e karō a Shimazu Yoshihisa.

Shimazu Toyohisa é o personagem principal em Drifters de Hirano Kouta, onde ele luta ao lado de Oda Nobunaga, Nasu no Yoichi, e outras figuras históricas em um mundo de fantasia. Ele também é um personagem jogável em Koei Tecmo Samurai Warriors 4. Ele também pode ser jogado em Samurai Warriors 4: Empires no clã Shimazu.

 

Oda Nobunaga:

Foi um grande daimyo do período Sengoku da história japonesa. Filho de Oda Nobuhide, um guerreiro de menor importância e poucas terras na província de Owari. Nobunaga viveu uma vida de contínuas vitorias militares até conquistar quase todo o Japão, quando foi assassinado em 1582. Seus sucessores são Toyotomi Hideyoshi e Tokugawa Ieyasu, que, assim como Oda, foram figuras de extrema importância na história japonesa. Nobunaga é lembrado no Japão como um dos personagens mais brutais do período Sengoku

 

Nasu no Yoichi

Foi um samurai, nascido na Província de Shimotsuke, que viveu no final do Período Heian e que deve sua celebridade a um incidente ocorrido nas Guerras Genpei relatado no Heike Monogatari.

Em 22 de março de 1185, durante a batalha naval de Yashima, os Taira colocaram um leque no alto do mastro de um de seus barcos, proclamando que protegia a embarcação das flechas, e conclamaram aos guerreiros Minamoto a derrubá-lo. Cavalgando com seu cavalo sobre as ondas, e apesar do balanço do mar que agitava o barco, Nasu conseguiu abater o alvo com somente uma flecha.

Depois das guerras, o novo Shōgun Minamoto no Yoritomo lhe recompensou, tornando-o um Daimiô do Castelo Tottori, mais acabou perdendo esta posição, depois de ser derrotado por Kagetoki Kajiwara em uma competição de caça. Abandona então a Província de Echigo e depois da morte de Yoritomo passa a ser um monge budista (Bhikkhu) na seita Jōdo Shinshū.

Acredita-se que sua morte ocorreu em 1232, aos 63 anos de idade, durante uma cerimônia em Kōbe em honra às mortes das Guerras Genpei.

Jeanne d’Arc:

É uma heroína francesa e santa da Igreja Católica. É a santa padroeira da França e foi uma chefe militar da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos armagnacs. Na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses, foi executada na fogueira, em um auto de fé pelos borguinhões em 1431. Camponesa, modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa e também heroína de seu povo, reabilitada 25 anos após sua morte, em 1456, pelo Papa Calisto III, por considerar seu processo inválido, e canonizada em 1920, pelo papa Bento XV.

Gilles de Rais:

Foi um nobre soldado e assassino francês que lutou em diversas batalhas ao lado de Joana D’Arc, contra os ingleses.

Ficou conhecido por ser acusado e condenado por torturar e estuprar um grande número de crianças.

Anastasia Crzar:

Era irmã mais nova das grã-duquesas Olga, Tatiana e Maia e irmã mais velha de Alexel, Crzar da Russia. Morreu assassinada por soldados bolcheviques aos 17 anos, junto com os demais membros da família imperial russa.

Desde a sua morte, circularam rumores persistentes sobre a sua possível sobrevivência, alimentados pelo fato de a localização da sua sepultura ter permanecido desconhecida durante as décadas do governo comunista. A vala comum que escondia os restos mortais do Czar, da sua esposa e de três filhas foi descoberta perto de Ecaterimburgo em 1991, mas os corpos de Alexei Nikolaevich e de uma das irmãs, não se sabia se, Maria ou Anastásia, não se encontravam no mesmo local.

Grigori Rasputin:

Foi um místico russo e auto proclamado homem santo que se aproximou da família do czar Nicolau II e se tornou uma figura politicamente influente no final do período czarista.

Nascido de uma família plebeia na vila de Pokrovskoye na Sibéria, Rasputin passou por uma experiência de conversão religiosa após uma peregrinação até um monastério em 1897. Após viajar a São Petersburgo por volta de 1903 a 1905, Rasputin cativou alguns líderes da Igreja Ortodoxa Russa e da sociedade. Ele se tornou uma figura da sociedade e eventualmente se encontrou com o Czar em novembro de 1905.

No final de 1906, Rasputin começou a atuar como curandeiro do Czar e do filho de sua esposa Alexei, que sofria de hemofilia e era o único herdeiro ao trono. Na corte, ele era uma figura ‘’divisiva’’, visto por alguns russos como um místico, visionário, e profeta, e por outros como um charlatão. O ponto alto de seu poder se deu em 1915, ocasião em que o Czar deixou a capital para vistoriar e monitorar as tropas lutando na Primeira Guerra Mundial, provocando um aumento no poder da Imperatriz Alexandra e de Rasputin. Porém, conforme a derrota da Rússia na guerra se aproximava, a popularidade dos dois diminuía, até que no dia 30 de dezembro de 1916, Rasputin foi assassinado por um grupo de nobres conservadores que se opunham à sua influência sobre Alexandra e o Czar.

Aníbal:

Foi um general e estadista cartaginês, considerado um dos maiores táticos militares da história. Era irmão de Magão e Asdrúbal, além de cunhado de Asdrúbal, o Belo (comandante supremo de Cartago). Seu pai, Amílcar Barca (Barca, “raio”), foi o principal comandante cartaginês durante a Primeira Guerra Púnica, travada contra Roma.

Sua vida decorreu no período de conflitos em que a República Romana estabeleceu supremacia na bacia mediterrânea, em detrimento de outras potências como a própria CartagoMacedôniaSiracusa e o Império Selêucida. Foi um dos generais mais ativos da Segunda Guerra Púnica, durante a qual levou a cabo uma das façanhas militares mais audazes da Antiguidade: Aníbal e seu exército, onde se incluíam elefantes de guerra, partiram da Hispânia e atravessaram os Pirenéus e os Alpes com o objetivo de conquistar o norte da península Itálica. Ali derrotou os romanos em grandes batalhas campais como a do lago Trasimeno ou a de Canas, que ainda hoje se estudam em academias militares na atualidade. Apesar de seu brilhante movimento, Aníbal não chegou a capturar Roma. Existem diversas opiniões entre os historiadores, que vão desde carências materiais de Aníbal em máquinas de combate a considerações políticas que defendem que a intenção de Aníbal não era tomar Roma, senão obrigá-la a render-se. Não obstante, Aníbal conseguiu manter um exército na Itália durante mais de uma década, recebendo escassos reforços. Por causa da invasão da África por parte de Cipião Africano, o Senado púnico lhe chamou de volta a Cartago, onde foi finalmente derrotado por Públio Cornélio Cipião Africano na Batalha de Zama.

Billy the kid:

Foi um pistoleiro e ladrão de gado e cavalos norte-americano. Antes de se tornar um conhecido fora-da-lei, participou da Guerra do Condado de Lincoln, no Novo México. Membro do grupo de delegados conhecido como Os Reguladores de Lincoln, buscava vingança pela morte de seu patrão, John Henry Tunstall. Também era conhecido pelo nome de Henry Antrim.

Segundo uma famosa lenda, Billy teria matado 21 homens, exatamente o mesmo número de anos que o fora da lei viveu. No entanto registros históricos e relatos contabilizam apenas quatro. Essa lenda teve origem no seu obituário, publicado pelo jornal sensacionalista Santa Fe Weekly Democrat em 21 de Julho de 1881. O mesmo informava erroneamente que o pistoleiro que matou um homem para cada ano de vida, havia sido encontrado e consequentemente morto pelo Xerife de Lincoln Pat Garrett

Hijikata Toshizō:

Foi vice-comandante do Shinsengumi, um grande samurai e um talentoso líder militar japonês que resistiu à Restauração Meiji.

Depois que Kondō se rendeu ao Exército Imperial e foi executado em 17 de maio de 1868, Hijikata liderou o Shinsengumi em suas batalhas finais contra o novo governo. Depois de ficar um tempo em Aizu, se deslocou para o Sendai, onde se juntou a frota de Enomoto Takeaki. Hijikata sabia que estava lutando uma batalha perdida.